quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dica de livro: Meu amigo especial



GUIMARAES, Cláudia. Meu amigo especial. Rio de Janeiro: Danprewan, 2008. Ilustração RJ Lages. Série Amigos especiais; vol. 1.

Duas crianças se encontram na igreja e descobrirão que mesmo sendo diferentes, eles têm muitas semelhanças, e, também, que pessoas iguais são muito diferentes.

Amigos especiais
A série “Amigos Especiais” aborda a deficiência física de forma inclusiva, esclarecendo direitos, necessidades e potencialidades, familiarizando portadores de necessidades especiais junto ao universo infantil. Temas como a síndrome de down, a deficiência visual, auditiva e física fazem parte dos quatro volumes da série.

O objetivo desta série é mostrar às crianças como as diferenças podem conviver harmoniosamente, além de orientar pais e educadores na educação das crianças para uma visão e postura de vida ante as diferenças, a fim de se tornarem adultos tolerantes e flexíveis, tanto com os outros como consigo mesmas, e enxergarem as limitações e possibilidades da sociedade que ele vive.

Informações:
Danprewan Editora Ltda
Telefone: (21) 2142-7000
E-mail: danprewan@danprewan.com.br
Site: www.danprewan.com.br/danprewankids

domingo, 27 de maio de 2012

Educação inclusiva, deficiência e contexto social: questões contemporâneas


CLIQUE AQUI e baixe o livro Educação inclusiva, deficiência e contexto social: questões contemporâneas. O livro foi organizado por Félix Díaz, Miguel Bordas, Nelma Galvão e Theresinha Miranda, e é uma publicação da EDFBA, que o disponibilizou gratuitamente.

Inclusão, uma nova atitude em ação social



A INCLUSÃO é tão somente uma atitude, uma NOVA ATITUDE, que permita entender que deficiência não é sinônimo de incapacidade, e nem vice-versa.
A maneira de lidar com pessoas com deficiência propiciando-lhes a participação integral e natural na vida familiar e comunitária, assumindo responsabilidades próprias, revela a importância desse comportamento para despertar habilidades, promover o crescimento e segurança do indivíduo, valorizando-o em sua capacidade de superação.
Assim, incluir socialmente significa estar preparado para acolher a todos, permitindo ao deficiente circulação pela cidade, a freqüência na escola, a ida ao trabalho, cinemas, teatros, etc, como todo mundo.
A pessoa com deficiência por muito tempo foi tratada apenas por meio de “políticas de assistência social”, mediante a criação de aparatos isolados e separados para atendimento, circulação e atividades para as mesmas.
No entanto a Constituição Federal de 1988 ao garantir a igualdade e também o direito de ir e vir a todo cidadão, o fez também às pessoas com deficiência, permeando todo seu texto com a proposta de INCLUSÃO, que ganha ares de dever constitucional.
Como conseqüência, passa a ser dever não somente do Estado, mas de toda a sociedade e também da família a sua própria adequação e adaptação para a convivência e bem-estar de todos os cidadãos, aos quais são garantidos os direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer e à assistência.
Quanto à igualdade, objetivo e princípio fundamental do Estado Democrático de Direito previsto nos artigos 3º, III e IV e 5º da Constituição Federal, não se restringiu àquela formal meramente abstrata, exigida perante a lei, foi além, apresentando instrumentos viabilizadores de uma igualdade material, tais como a reserva de vagas em concursos públicos para pessoa com deficiência (art. 37, VIII Constituição Federal regulamentado pela Lei 8213/91); salário mínimo assistencial (art. 203, V, Constituição Federal regulamentado pela Lei 8742/93), o direito de habilitar-se e reabilitar-se, ao trabalho, acessibilidade (art. 227, § 2º e 244, Constituição Federal) e a garantia da tutela coletiva dos direitos da pessoa com deficiência.
Dada a eficácia “contida” dessas normas constitucionais, houve grande produção legislativa, entre elas a Lei 7853/89, regulamentada pelo Decreto 3298/99, que tratou da Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, considerando a deficiência como: “qualquer restrição física/mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causada pelo ambiente econômico ou social”.
Em decorrência se faz mister a adoção de medidas que minimizem as limitações para que todos possam “acessar” e gozar seus direitos constitucionais.
Assim a concessão de salário mínimo assistencial através do benefício de prestação continuada vem ao encontro dos objetivos da República Federativa de erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades sociais e regionais, resgatando e promovendo a dignidade humana independentemente de contribuição à Seguridade Social eis que a Assistência Social deve ser prestada a quem dela necessitar
Por outro lado, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o acolhimento e adesão de alunos com deficiência passou a ser imediato, sem qualquer restrição.
Afinal, somente através de uma educação inclusiva que será possível a convivência e o aprendizado sobre como lidar com as deficiências mútuas, percebendo que elas não são impeditivas da autonomia do indivíduo, apenas determinam os seus graus.
Justamente nessa perspectiva de adequação dos serviços, da própria cidade para garantir a INCLUSÃO, é que acessibilidade se constitui em verdadeiro direito instrumental que dá suporte a todos os outros direitos, especialmente aos direitos à educação, ao trabalho e ao lazer.
Assim são passos para a igualdade material: capacitação da rede educacional; adaptação do transporte coletivo; incentivos fiscais para a aquisição de veículos adaptados, acessibilidade em prédios e passeios públicos/ logradouros/ museus/ teatros/ e obras particulares pois todas dependem da fiscalização e autorização do Município; reservas de vagas no trabalho; garantia da tutela coletiva dos direitos da pessoa portadora de deficiência. Salário mínimo assistencial.
Outra previsão constitucional que representou verdadeiro avanço democrático foi a garantia de participação da sociedade civil organizada na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis, especialmente na execução dos programas cabível também às entidades beneficentes e de assistência social, através de parceria técnico-financeira, bem como mediante a criação dos Conselhos Municipais que, no caso do Município de Niterói, a Lei 2513 promulgada em 18/12/2007 regulamentou o Conselho Municipal de Defesa da Pessoa Portadora de Deficiência e criou o Fundo Municipal da Pessoa com Deficiência.
Assim, a partir desse novo paradigma de que “a deficiência é parte da diversidade humana, que em si não limita a pessoa; sendo que descapacita é o meio em que o indivíduo está inserido”, o mais importante é quebrar as barreiras do comportamento humano e social de forma a possibilitar a construção das pontes necessárias à INCLUSÃO.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Biografia de Pestallozzi



Para aqueles que não o conhecem, Johann Heinrich Pestalozzi foi um pedagogo suíço e educador pioneiro da reforma educacional. Sua obra é muito relevante, e influencia educadores nos quatro cantos do mundo, até os dias de hoje.

CLIQUE AQUI para baixar um pequeno texto com a biografia de Pestallozzi.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Programa traduz textos em linguagem de sinais


Avatar comunica-se em Libras
Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um programa de computador que traduz textos em Libras, a Língua Brasileira dos Sinais.
Partindo do texto escrito, os sinais são mostrados na tela por um personagem 3D, que os especialistas denominam de agente virtual, mas que é mais popularmente conhecido por avatar.
O personagem, que pode ser alterado de acordo com a necessidade ou conveniência do usuário, reproduz os sinais utilizados pela Libras.
"Como a figura humana é apresentada em 3D, o usuário pode aproximar ou mudar o ângulo do avatar, caso queira compreender melhor a mensagem", explica Wanessa Amaral, que criou o sistema juntamente com o professor José Mário de Martino.
Inclusão digital dos surdos
Segundo Wanessa, existem diversos trabalhos na área da computação voltados à acessibilidade.
No entanto, a maioria deles é dirigida aos cegos. Assim, já foram desenvolvidos aplicativos como leitores de tela e até calculadoras programáveis.
"Entretanto, há pouco estudo relacionado aos deficientes auditivos. Isso possivelmente está associado à impressão de que eles não enfrentam problemas nesse campo, uma vez que as informações disponíveis no computador são basicamente visuais.
"Mas não é bem assim. Pessoas que adquiriram surdez antes de terem sido alfabetizadas têm muita dificuldade em compreender material escrito em português. De certa forma, elas ficam excluídas do meio digital", explica.
Ensino de Libras
O programa interativo poderá ser importante não somente para facilitar o acesso dos surdos ao ambiente virtual, mas também para os ouvintes que desejam aprender Libras.
"É bom deixar claro que estamos apenas no começo. É o mesmo que aconteceu com a conversão texto-fala. Quando ela teve início, a voz empregada tinha aquele tom robótico. Hoje, está muito diferente.
"Nós já percebemos que precisamos aprimorar algumas coisas. O mais importante, porém, é que os testes feitos com a colaboração de deficientes auditivos comprovaram que estamos conseguindo nos comunicar via sistema. Ou seja, estamos passando a informação", disse José Mário.
"Nossa expectativa, agora, é que alguma empresa se interesse pelo licenciamento da tecnologia. Penso que a ferramenta pode ser uma forte aliada em ações que tenham como objetivo garantir maior acessibilidade aos portadores de deficiência auditiva aos recursos computacionais", conclui o professor.
Na visão do especialista, o sistema pode ser adaptado a quaisquer equipamentos computadorizados, tais como tablets e celulares.

domingo, 20 de maio de 2012

Cartilha do Trabalhador com Deficiência


Baixe a Cartilha do Trabalhador com Deficiência e conheça melhor os diversos direitos que assistem a este tipo de trabalhador. A cartilha foi elaborada pelo  FAPED - Fórum Permanente de Apoio e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do DF e Entorno.

Para baixar, CLIQUE AQUI.

sábado, 19 de maio de 2012

Dicas de livros sobre Autismo

Clique na imagem para ampliar

A data da promoção já expirou, mas é sempre bom ficar a par de novos livros, em especial esta série sobre Autismo, da Editora Mediação.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Luz na Escuridão - a história de superação de um menino especial



Um dia, um menino de 3 anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai. Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.
Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.
Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores. Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro.
Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória. De verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas. Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos.
Aos dez anos, Louis chegou a Paris, levado pelo pai e se matriculou no instituto nacional para crianças cegas. Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases. Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas. O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.
Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo. O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.
Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema. Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.
Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto. Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.
Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o. Suportou muita resistência. Os donos do instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.
Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do instituto se interessavam. À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.
O método Braille estava pronto. O sistema permitia também ler e escrever música. A ideia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo: "Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou."
Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu. Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.
Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam. Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.

Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir. No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.

terça-feira, 15 de maio de 2012

sábado, 5 de maio de 2012

Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência


Clique AQUI para conhecer um pouco mais sobre os números do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Síndrome de Asperger - Matéria do Fantástico


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Se você deseja maiores informações, leia também um excelente texto/estudo do psicólogo Paulo Teixeira, sobre a Síndrome de Asperger. Para ler clique AQUI.

Campanhas Humanitárias - Sociais - Inclusivas

CAMPANHAS  CONTRIBUIR Meditação: Sublimes Sementes ( https://www.slideshare.net/ValdeniceGomesdeAndr/sublimes-sementes/1 ) Sorrisos ...